Lymphoma Net - Home

Ajudando pessoas com linfoma não-Hodgkin

 
Mail a friend Print this page
 Página inicial >> Como é tratado o linfoma não-Hodgkin? >>Terapia com anticorpos monoclonais > Linfoma não-Hodgkin recorrente
  Página inicial
  O que é linfoma não-Hodgkin?
  Tratamento em ambulatório
  Como é tratado o linfoma não-Hodgkin?
 
Tratamento de linfoma não-Hodgkin de diagnóstico recente
Tratamento de doença recorrente
Quimioterapia
Terapia com anticorpos monoclonais
Radioterapia
Watch and wait
Transplante
Cirurgia
Tratamentos experimentais
Tratamento dos sintomas

  Enfrentando o linfoma não-Hodgkin
  O que é novo no linfoma não-Hodgkin?



  Glossário
  Administradores da Web
  Conselho Editorial
  Ajuda
  Contatos
  Mapa do site
  Subscreva nosso boletim
  Outras Línguas

 
 Terapia com anticorpos monoclonais
Introdução | Linfoma não-Hodgkin de diagnóstico recente
Linfoma não-Hodgkin recorrente
< Página anterior   Próximo >

    Pontos principais


  • Os pacientes com linfoma não-Hodgkin recorrente recebem freqüentemente um anticorpo monoclonal , como o rituximab.
  • Nos casos de linfoma não-Hodgkin indolente recorrente, o anticorpo monoclonal rituximab administrado por conta demonstrou aumentar a duração média da remissão, comparado aos tratamentos sem esse anticorpo.

Linfoma não-Hodgkin recorrente

Os anticorpos monoclonais, como a monoterapia com rituximab, são usados no tratamento de linfoma não-Hodgkin com recorrência após o tratamento. A terapia inicial para linfoma não-Hodgkin indolente geralmente produz remissão, que pode se estender por alguns anos. Entretanto, quase todos esses pacientes apresentam recaída, com recorrência do tumor.


Já existe evidência significativa de que os anticorpos monoclonais, em especial o rituximab, são úteis no tratamento de linfoma não-Hodgkin recorrente.
Monoclonal antibody therapies - treating relapsed non-Hodgkins lymphoma

Cerca da metade dos pacientes com recorrência de linfoma não-Hodgkin indolente sofrerá remissão complementar com a monoterapia de rituximab. A duração média da remissão é de aproximadamente 13 meses, que é mais duradoura que a duração média da remissão nos pacientes cujo tratamento não inclui rituximab. Alguns pacientes respondem a um segundo e, até mesmo, a um terceiro tratamento com rituximab.

Rituximab pode ser administrado isoladamente no tratamento de linfoma não-Hodgkin indolente recorrente. Entretanto, ele também pode ser administrado em combinação com quimioterapia.

Nessa última modalidade, similarmente ao que ocorre com pacientes nunca tratados antes, a substância é geralmente administrada no início de cada ciclo de aplicações, antes da administração da quimioterapia. A combinação de rituximab com quimioterapia demonstrou aumentar o tempo de duração da remissão. Os efeitos colaterais do rituximab geralmente ocorrem só durante a administração da substância e diminuem com as doses subseqüentes; a administração desse anticorpo associado à quimioterapia não causa qualquer aumento significativo nos efeitos colaterais sofridos pelos pacientes.

Observa-se também evidência crescente de que o rituximab pode ser útil, em combinação com a quimioterapia, no tratamento de linfoma não-Hodgkin agressivo que tenha recorrido após quimioterapia bem sucedida. Às vezes, ele é usado como parte da fase de preparação para transplante de sangue periférico ou transplante de medula óssea..

Terapia de manutenção é o tratamento oferecido aos pacientes que apresentam resultados satisfatórios após um tratamento bem sucedido para linfoma não-Hodgkin – em outras palavras, aqueles com remissão parcial ou completa ou, às vezes, com doença estável sem sinais de crescimento do câncer nessa época, A idéia é a de que a terapia regular com rituximab em dose baixa pode aumentar o tempo de duração da remissão ou converter uma doença estável em remissão. Essa indicação, porém, ainda não está aprovada e as experiências clínicas estão em andamento para avaliação mais completa do papel dessa terapia.

Evidência para a terapia com anticorpos monoclonais.

Já existe evidência significativa de que os anticorpos monoclonais, em especial o rituximab, são úteis no tratamento de linfoma não-Hodgkin recorrente.

Por exemplo, no linfoma não-Hodgkin indolente recorrente, a monoterapia com rituximab demonstrou produzir remissão parcial ou completa em quase a metade dos pacientes, com tolerância satisfatória. Em pacientes com recorrência após o primeiro curso de rituximab, aqueles que responderam a um segundo curso da monoterapia experimentaram uma segunda remissão que foi, pelo menos, tão ou mais duradoura que a anterior.

Com a quimioterapia isolada o resultado é diferente, pois há uma tendência de a segunda remissão ser mais curta que a primeira. Alguns pacientes continuam a responder a uma segunda e mesmo terceira terapias com rituximab.

Da mesma forma, experiências clínicas em pacientes com linfoma não-Hodgkin agressivo demonstraram que a adição de rituximab à quimioterapia aumenta a eficácia do tratamento.

 


< Página anterior Próximo >