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 Tratamento de linfoma não-Hodgkin de diagnóstico recente
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Tratamento para linfoma não-Hodgkin agressivo
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    Pontos principais


  • Pacientes com linfoma não-Hodgkin agressivo são normalmente tratados com quimioterapia em combinação com anticorpos monoclonais.
  • A radioterapia pode ser administrada para linfonodos localizados.
  • Embora o linfoma não-Hodgkin agressivo tenha crescimento rápido, as chances de cura são relativamente altas.

Tratamento de linfoma não-Hodgkin agressivo

Pacientes com linfoma não-Hodgkin agressivo podem ser diagnosticados no estágio inicial da doença (estágio I ou estágio II). Isso é possível por que os pacientes provavelmente notam o crescimento rápido dos linfonodos afetados e, conseqüentemente, procuram auxílio médico sendo logo encaminhados para tratamento especializado.

O tratamento comum para pacientes diagnosticados com linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial é a administração de vários cursos de quimioterapia, de combinação, na qual se aplica mais de uma substância quimioterápica, normalmente em combinação com um esteróide, como a prednisolona (o regime CHOP, por exemplo). Na maioria dos países o anticorpo monoclonal rrituximab é administrado em combinação com o regime CHOP como terapia padrão. Os anticorpos monoclonais aumentam a eficácia do tratamento sem aumentar significativamente os efeitos colaterais.

Às vezes, a radioterapia é aplicada após a quimioterapia, mas a aplicação simultânea dos dois tratamentos é rara. A radioterapia é direcionada especificamente aos linfonodos afetados.

O tratamento de linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial (estágio I e II) consegue a cura ou a remissão em cerca de 80% dos pacientes. Alguns não respondem ao tratamento padrão e precisarão de tratamento adicional, semelhante ao administrado aos pacientes com recaída.

Pacientes diagnosticados com linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio avançado (estágio III ou estágio IV) recebem quimioterapia de combinação com ou sem anticorpos monoclonais. Entretanto, essa terapia às vezes se prolonga por mais tempo que aquela aplicada para a doença em estágio inicial, podendo ser complementada com radioterapia. De modo geral, com o primeiro tratamento administrado o índice de cura fica entre 40% e 70% para pacientes com esse linfoma.

A tabela: esquema de tratamento para estágios e formas diferentes da doença.
Estágio
Tratamento
Resultado
Inicial
(Estágios I and II)
Quimioterapia e/ou anticorpo monoclonal ; geralmente com radioterapia e em algums casos somente a radioterapia Provável remissão com possibilidade de cura
Avançado
(EstágiosIII and IV)
Sem sintomas
Quimioterapia mais esteróides e/ou anticorpo monoclonal ; com possibilidade de radioterapia

Linfoma de células do manto

O linfoma de células do manto responde menos satisfatoriamente aos tratamentos padrão que o linfoma não-Hodgkin indolente e as opções de tratamento incluem aquelas usadas para NHL tanto indolente como agressivo. Outros tratamentos sob investigação incluem o uso de novos medicamentos de quimioterapia, freqüentemente em combinação com a terapia de anticorpos monoclonais , e a quimioterapia de alta dose com transplante de células-tronco.

Linfoma de Burkitt

O linfoma de Burkitt e o linfoma linfoblástico são formas muito agressivas de linfoma não-Hodgkin. O tratamento também é agressivo e normalmente envolve a terapia focada no sistema nervoso central, além de regimes de quimioterapia intravenosa. Com freqüência, os pacientes recebem quimioterapia intensiva envolvendo muitos medicamentos e precisarão permanecer hospitalizados durante o tratamento. Entretanto, a maioria dos pacientes mais jovens com essa forma da doença é curada.

 


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